Configuração de Processos

Para configurar os campos que serão auditados ou bloqueados pelo processo de auditoria, no processo selecione no menu Ações, a opção Configuração. Também é através desta tela que se habilita ou desabilita um processo de auditoria. 


 Quando um processo de auditoria é habilitado, todos os objetos de banco de dados necessários (tabelas e triggers) são persistidos automaticamente e quando um processo é desabilitado, os objetos de banco de dados criados são desabilitados, mas não são excluídos.


No momento da edição do processo de auditoria é possível ter acesso à estrutura de todas as tabelas envolvidas em um determinado processo e que podem sofrer alterações pelo usuário. É possível visualizar todos os campos que compõem a chave primária, o nome do campo, o tipo do campo e uma descrição de cada campo. Os campos que compõem a chave primária não podem ser desmarcados porque são obrigatórios para o processo de auditoria. 
Todos os campos disponibilizados na tela podem ser bloqueados. Caso um campo esteja marcado como bloqueado não será mais permitido que o usuário realize uma alteração em seu valor. Caso 
o usuário tente alterar um valor de um campo marcado como bloqueado será exibida uma mensagem informando que aquela operação não é permitida. 


 O processo de bloqueio só é válido para alteração dos valores; em operações de inclusão ou exclusão não há controle de bloqueio dos campos.


Considerações importantes:

  • Quando um campo que já esteja sendo auditado for removido do processo de auditoria, todas as informações gravadas nas tabelas de auditoria referente a este campo serão perdidas.
  • Em processos obrigatórios, os campos marcado para não auditar pela Mega não poderão ser alterados pelo usuário, nem mesmo a opção “Bloquear” estará liberada para estes campos.
  • Campos do tipo LONG, LONG RAW e BLOB não são listados por limitações existentes no Oracle.
  • Todas as alterações realizadas na configuração do processo de auditoria serão auditadas para controle interno da ferramenta.